Blog do Celino Neto

CBF explica a nova orientação aos árbitros sobre a marcação de ”Mão na Bola”

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 Enfim a CBF esclareceu a polêmica que vem a tona constante nos jogos do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Anteriormente na tal mão na bola / bola na mão, a intenção do jogador era um fator determinante para marcar a infração, desde a Copa do Mundo de 2014, a orientação aos árbitros brasileiros mudou, e o braço em movimento já é considerado infração.

Os lances mais recentes foram as penalidades a favor do Flamengo, contra o Corinthians e do Fluminense diante do Palmeiras, onde a CBF não viu erro nas marcações. O que gerou polêmica, dúvida e reclamação de alguns rubro-negros, foi a decisão do arbitro Ricardo Marques Ribeiro contra o Goiás, quando não marcou penalidade em carrinho dentro da área semelhante ao da partida do Flu.

”O assunto é simples e complexo. Deve-se marcar em dois casos. Quando tocar na bola com a mão deliberadamente, e podemos dizer que neste caso há intenção. E quanto houver uma ação deliberada com o braço ou a mão. Essa orientação é da Fifa, não partiu de nós”, explicou a instrutora da confederação de arbitragem, Ana Paula de Oliveira.

Ou seja, a interpretação anterior de intenção é válida, porém o braço em movimento também caracteriza falta, isto segundo as novas recomendações de arbitragem da FIFA, que vem desde o ano passado mas foi aplicada aos árbitros brasileiros no meio desde ano.

“Quando um jogador dá um carrinho, se ele salta com o braço aberto, se colocou em risco de cometer a falta. Se saltar com o braço aberto, e bater a bola, será pênalti”, completou.

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