Blog do Celino Neto

A tentativa de proibir o UBER é mais uma prova de atraso do mercado brasileiro

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Em terras brasileiras a concorrência é desprezada, principalmente quando se trata de competidores com força de mercado que beneficie os consumidores. Em nosso país quanto mais caro e burocrático forem os serviços mais protegidos são, com sindicatos corruptos e repugnantes as suas costas e vários setores ‘reguladores’ que afirmam estar ‘protegendo o consumidor’ mas apenas atrapalham uma concorrência minimamente decente que barateie o produto e incentive a disputa pelos melhores serviços. Um exemplo foi o verdadeiro ‘chilique’ das editoras brasileiras com a chegada da Amazon no Brasil, tentaram e tentam de todas as formas falar em concorrência ‘desleal’, enquanto os ‘desleais’ cobram 30% mais barato e entregam duas vezes mais rápido. Pensar no consumidor oferecendo melhores serviços? Tentar cobrar do governo menos impostos para vender os livros mais baratos? Não, é melhor tentar acabar com o concorrente, mas não numa ‘justa disputa’ e sim chamando o estado babá.

O Uber é um aplicativo em que você pode contratar motoristas autônomos para lhe transportar pela cidade, um negocio simples e lucrativo, onde o pequeno empreendedor pode começar a trabalhar. As taxas cobradas são 5% mais altas que as cobradas pelos outros táxis por um serviço de maior qualidade. Os taxistas da cidade de São Paulo nesta terça-feira, resolveram reagir ao aplicativo, lhe dou três alternativas para saber o que fizeram:

  1. Em ação conjunta resolveram tornar seus serviços mais atrativos, diminuindo os preços, aprimorando seu meio de transporte?
  2. Abraçaram os companheiros de trabalho do Uber, pois o livre mercado só beneficia os clientes?
  3. Protestaram contra a concorrência, pois estão perdendo cliente e preferem ficar estagnados e confortáveis num mercado protegido?

A terceira alternativa é a certa. E ainda por cima, o presidente do Simtetaxis(Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores nas Empresas de Táxi de SP), Antônio Raimundo Matias dos Santos, afirmou com todas as letras em audiência na Câmara dos Deputados que sem o veto ao aplicativo “não tem como conter a categoria dos taxistas” e “vai ter morte”.

Este é o cenário brasileiro, os vereadores de São Paulo aprovaram a proibição do aplicativo, numa primeira votação. A função do Uber não é tornar os prestadores de serviços taxistas e sim criar um novo mercado, inovar, algo proibido no pré-histórico Brasil, onde o empreendedor é punido de todas as formas.

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