Blog do Celino Neto

Senadora petista Fátima Bezerra propõe lei absurda de preço fixo e limite para desconto em livros

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Essa é mais uma daquelas noticias absurdas que fazem os amantes do ‘estado babá’ pularem de alegria e aqueles que prezam por uma concorrência minimamente decente arrancar os cabelos ao ver tamanho absurdo. A senadora petista Fátima Bezerra(do Rio Grande do Norte) propôs um projeto de lei em que fixa o preço dos livros, impedindo descontos maiores que 10% em livrarias e lojas virtuais. O ‘Partido dos Trabalhadores’ mais uma vez mostra suas prezas com um projeto que só fere o consumidor brasileiro e principalmente a cultura daqueles que moram neste país.

O brasileiro lê em média menos de cinco livros por ano, isso mesmo, em 365 dias a média é de apenas 4,7. E a querida Fátima Berezza(será mais uma mulher sapiens?) está insatisfeita com o número… Até ai tudo bem, ótimo, parabéns por ela, que mesmo sendo do PT tem o minimo de discernimento para reconhecer este número baixíssimo. Porém qual é a atitude da mesma, lhe dou duas opções:

  1. Incentiva a livre concorrência, para que pequenos empreendedores e diversas livrarias possam, ser menos taxadas e disputar o mercado com mais eficiência, numa concorrência que resulta em maior qualidade para o cliente, com preços mais baixos e melhor atendimento.
  2. Priva a concorrência e cria uma série de burocracias para ‘proteger as livrarias’ dos descontos daqueles que são mais competentes no mercado. Resultando em livros cada vez mais caros e serviços prestados de péssima qualidade, algo parecido com os serviços estatais, sem nenhum compromisso com o cliente, afinal ele não tem escolha.

Quem conhece bem, primeiro, o nível da política brasileira e segundo do Partido dos Trabalhadores, sabe que a segunda opção está correta. A opção ‘protecionista’, que corta as pernas da concorrência e resulta em monopólios de setores que poderiam ser de uma concorrência proveitosa para o consumidor.

O projeto de lei se chama ”Política Nacional do Livro” e sua função segundo o texto é: “fomentar a produção intelectual nacional e a facilitação ao acesso da cultura impressa ou digital no país”… Isso mesmo que você, caro leitor, acaba de ler. Algo totalmente esquizofrênico e ignorante. Como quer uma ‘facilitação ao acesso da cultura impressa ou digital’ se quer cortar as pernas de uma concorrência minimamente livre? Resultando em livros mais caros para o cidadão brasileiro que já lê muito pouco.

O grupo formados por esquerdistas adoradores de um ‘Estado gigante’ e livrarias que não querem concorrência pretendem, antes, promover mais um debate, durante a Feira Literária Internacional de Paraty. Depois disso, o projeto deve seguir os trâmites na Câmara e no Senado, antes de chegar à mesa da ‘presidenta sapiens’. Ainda há tempo para reagir a mais esse absurdo descomunal.

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