Blog do Celino Neto

O famoso ‘mi mi mi’ feminista também está presente no ‘mundo da cultura Pop/Nerd’

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O chamado mundo da ‘cultura Pop'(ou cultura Nerd/Geek, se preferir) é colossal, e um mercado crescente que inegavelmente já conseguiram a atenção das grandes empresas e hoje é muito lucrativo. Se antes filmes de Super-Herói eram vistos como infantis e conseguiam bilheterias medianas(pra baixo), hoje são estes que ditam o ritmo do cinema e que mais levam pessoas, de todas as idades, para as salas de cinema. A cada novo lançamento da Marvel ou DC, nas HQ’s, games e principalmente nos cinemas, atraem uma atenção significadamente maior que à alguns anos atrás. E como nada está livre do ‘coitadismo’, e do famoso ‘mi mi mi’, este mercado também é alvo de críticas. Neste post, mais especificamente, falo das feministas e alguns exemplos absurdos de vitimismo.

1 – As personagens de games que frequentam mais o McDonald’s do que deveriam:

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O site Bulimia.com, dos Estados Unidos, que é ‘focado’ na ajuda a pessoas que sofrem com distúrbios alimentares, teve uma ”ótima ideia”, resolveu usar o Photoshop para mostrar as personagens ‘saradas’ do mundo dos vídeo-games podem ser um erro de mercado.

”Alguns estúdios contam vantagem sobre suas técnicas de iluminação hiper-realistas e movimentação natural das nuvens como os recursos mais recentes de seus jogos. Com esse tipo de atenção aos detalhes, nos perguntamos por que neles não podem retratar de forma mais real o corpo feminino?”, questiona pateticamente a organização norte-americana. Ainda afirmam que as garotas que gostam de games podem acabar criando uma ”imagem distorcida” de como seu próprio corpo deveria ser, tratando as mesmas como de capacidade intelectual duvidoso.

Agora vamos parar com esse discurso vitimista e vamos aos fatos. Caro leitor ou leitora, se você vai ”salvar o mundo”, é um agente especial, lutador(a), jogador(a) ou vai fazer algo que pessoas comuns não fazem em seu dia-a-dia, consequentemente terá um ‘corpo privilegiado’. Ou alguém acha que uma Lara Croft de 100 kg iria conseguir escalar uma montanha? A gravidade até pode ser ”injusta”, mas nos sabemos que não. Talvez as feministas comecem a protestar contra o Isaac Newton, contra a física… ‘Maldita gravidade opressora!’. E a mesma coisa ocorre com os garotos… Ou não importa se eles se sentem bem com seus corpos? Pois qual é o ‘herói obeso’ ao qual devem ‘se apoiar emocionalmente para não se sentirem excluídos numa sociedade opressora’? Não existe! E a personagem Lara Croft foi só um exemplo, para os mais ‘ambientados’ no mundo dos games, também reconhece o exemplo de Mortal Kombat, da lutadora Jade… Ora, querem que lutadoras também estejam acima do peso? No minimo ridículo, já que achariam um desrespeito um jogo de sumô.

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2 – ”Mudem a história das HQ’s, não gostei da roupa dela!”

Sim, vamos para as HQ’s, onde surgiram a maioria dos personagens que fazem sucesso nos cinemas. Mas qual seria a reivindicação das feministas agora? Elas acham as roupas das personagens machistas! Vamos ao exemplo da matéria do G1 desta segunda-feira, onde o título é: ”Roteirista critica machismo no universo nerd e roupas de heroínas”.

Não gosto de fazer meus leitores(a) de bobos, por isto vou poupar do discurso vitimista e o ‘mi mi mi’ e trazer apenas alguns trechos mais relevantes.

Para a roterista Rebeca Puig, de 29 anos, o machismo se infiltra na cultura pop de muitas maneiras, não só nos quadrinhos. Uma delas é através dos uniformes das super-heroínas. “Quando uma guerreira é desenhada com biquíni e salto alto, o design da roupa é baseado no olhar lascivo masculino, não no mais prático ou que faria mais sentido”, diz ao G1.

Sinceramente não sei qual seria a ‘roupa mais prática’ e não ‘lasciva’ ao olhar masculino. Talvez super-heroínas com burca? Para não haver ‘opressão’ do machismo.

“‘Batman vs Superman’ teve uma foto lançada faz pouco tempo, na qual aparecem Batman, Superman e a Mulher-Maravilha. O Batman e o Superman estão com os corpos completamente cobertos, enquanto a Mulher-Maravilha está de top e mini-saia”, compara.

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A Sra. Puig fala da foto que você vê acima. Ora, querem mudar a roupa de um personagem de mais de sete décadas depois? E outra, esta conversa é de que não entende absolutamente nada de HQ’s, pois a Mulher Maravilha é uma amazona. E na mitologia grega as amazonas se vestiam assim, isso mesmo, após a física, as feministas vão gritar aos céus(sempre com ajuda da imprensa esquerdista): ”Malditos sejam os opressores gregos e sua mitologia?”, além de desprezarem as leis da física e a lógica querem desprezar a história.

Rebeca diz que os filmes e HQs de super-heróis são sexista porque são “poucas mulheres envolvidas na produção do conteúdo”. Ela também cita a “quase inexistência de protagonistas femininas se comparada à quantidade de personagens masculinos, e a imposição de um padrão de beleza que é inatingível”.

Bla, bla, bla, mi, mi, mi… ”Imposição de um padrão de beleza que é inatingível”, então já que temos a Scarlett Johansson como Viúvia Negra, com seu ‘nível de beleza inatingível’, lembrando que atores e atrizes são pessoas reais portanto nada de ‘inatingíveis’, por que não colocaram como Capitão América atores com o ”nível de beleza” de Steve Buscemi ou Willem Dafoe, e sim o Chris Evans, que facilmente podemos notar(Twitter e seus fã clubes com o avatar de um ator qualquer) agrada mais as mulheres. Os homens não vão se sentir ‘oprimidos por uma sociedade de mulheres que exigem alto padrão de beleza’? Mais uma bobagem!

“Esses caras passaram a vida inteira achando que fazer piada chamando mulher de vadia é ok, mas hoje a gente vive uma realidade em que você vai ser responsabilizado pelos seus atos. Esse tipo de piada se baseia na opressão do sexo feminino, que é sustentada pela indústria ao se recusar a questionar e subverter os estereótipos femininos negativos que ela insiste em reproduzir”, afirma.

”MALDITA INDUSTRIAAA!!”, ok, meu desabafo ridículo feminista a parte volto a comentar… Acima a cidadã Puig, fala sobre declarações de Jeremy Renner e Chris Evans, que chamaram, em tom de brincadeira, a personagem Viúva Negra de ‘vadia’ em uma entrevista. Isso mesmo caros leitores, chegamos ao ponto de se ofenderem com declarações feitas sobre personagens!!!! Que mundo é esse em que se ofendem com brincadeiras feitas acima de uma personagem que NÃO EXISTE.

E finalmente:

“Fui deixando de comprar com o tempo. Quando comecei a estudar narrativa e me descobri feminista, me dei conta que esses padrões de violência, assédio e desprezo pelas quais a gente passa no dia a dia são reproduzidos nas histórias.”

Ela afirma que o universo nerd reproduz com precisão o machismo e a misoginia da sociedade. “Esse clube do bolinha é, em parte, responsável pela manutenção desse machismo e dessa misoginia, já que não se abre espaço para uma participação feminina mais igualitária”, diz.

Esse fim é fácil de explicar e desconstruir o vitimismo exagerado… No ”mercado da moda”, as lojas de roupa e marcas focam, em maior número, nas mulheres. É assim em revistas e eventos. No ”mercado do futebol”, as emissoras e publicitários focam nos homens, pois o número de consumidores do sexo masculino é maior. Os personagens da qual a Srta Puig fala na reportagem do G1, são de mais de 50 anos atrás, isso mesmo, onde o mercado das HQ’s, diferentemente de hoje, era dominado pelo publico masculino. Não é opressão ou machismo, é mercado, simples assim. Visivelmente as personagens femininas estão se destacando e aparecendo cada vez mais, por conta das feministas e seu vitimismo? Não, por conta de todas as mulheres que consomem este produto e agora são mais um alvo ao qual podem focar. Qual seria o grande empresário/produtor idiota que abriria mão de ganhar dinheiro pois se recusa a trabalhar para um grande mercado? Não existe, e se existe está falido.

Para finalizar a matéria podemos notar a roupa ideal para a ‘Mulher-Maravilha feminista’:

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A atriz Gal Gadot, vestida de Mulher-Maravilha ‘da maneira certa’, segundo as feministas.

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