Blog do Celino Neto

Presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, fala a verdade sobre o Impeachment de Dilma Rousseff

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flaviorocha2015

O presidente da Riachuelo, Flávio Rocha foi duramente e covardemente criticado por Luis Nassif após sua entrevista para o Estado de São Paulo neste último domingo(06). A partir daí já podemos concluir duas coisas, primeiro que Flávio Rocha falou a verdade, pois irritou um dos membros da ‘elite jornalistica petista’; Segundo que está com a razão, pois a maioria daqueles atacados pelos famosos ‘blogs governistas’, cheio de dinheiro da Caixa, Petrobras, Correios e Banco do Brasil(ou seja o seu dinheiro), é porque estão incomodando o governo federal, logo como assassinos de reputações que são não merecem muito(nem pouco) respeito, e sequer audiência.

O fato é que Flávio Rocha tocou na ferida que muitos grandes ”empresários” brasileiros tem receio de escancarar. Que o Impeachment da desastrosa Dilma Rousseff é o melhor caminho para o país! Pois claramente seu governo já está morto, falta enterra-lo.

Abaixo alguns trechos mais relevantes da entrevista no Estadão(meus comentários em negrito):

”O povo não está pedindo mais Estado. Está pedindo menos Estado. Está pedindo eficiência do gasto público, menos clientelismo, menos paternalismo. Em 2013, não. Ali acho que tinha uma confusão, tinha no meio os black blocs (grupo que ataca símbolos do capitalismo), uma coisa de movimentos sociais. Mas agora as manifestações dizem isso”, respondeu Flávio ao ser questionado sobre os protestos contra o governo federal.

 

Citando um típico ataque esquerdista, o Estadão questiona se Flávio Rocha acha que essas manifestações são apenas da ”elite”, a resposta não poderia ser mais precisa: ”As pesquisas desmentem isso. O conflito que está instalado não é pobre contra rico. Não é patrão contra empregado. Não é Nordeste contra Sudeste. Não é trabalhador rural contra MST. Um país é como uma carruagem. As forças de tração dessa carruagem são o trabalhador e o empresário. E existe o Estado. Quando eu era deputado, na Constituinte (Assembleia Nacional Constituinte, entre 1987 e 1988), defendia a tese do imposto único. Subia na tribuna para me rebelar contra a carga tributária escorchante de 22% do PIB. Pois ela foi de 22% para 37%, mais 7% de déficit. Quer dizer: temos um Estado escandinavo no tamanho e centro-africano na eficiência. Ter esse nível de carga tributária com essa ineficiência é condenar o Brasil a ficar fora do jogo competitivo. Nós competimos com países onde as carruagens sustentam 15%, 17%, 20% do PIB de carga tributária. São carruagens que andam”.

 

Pergunta que até Luis Nassif, com sua ignorância característica conseguiria responder… É possível um ‘ESTADO MENOR’ com Dilma Rousseff no poder? Novamente Flávio Rocha vai ao ponto certo:

”Acho que não. Ajuste fiscal é uma palavra muito suave para a gravidade do problema. A gente não precisa de ajuste fiscal. Precisamos de uma cirurgia de grande porte no Estado, que faça o Estado mudar de propósito. O Estado hoje existe em função de si mesmo. Ganhou vida própria. Há muito tempo, o Estado não existe em função da sociedade. Tornou-se intocável, blindado em si mesmo. Olhe o corporativismo dos professores. Outro dia, um secretário de Educação, de algum Estado, disse que teve uma reunião de três horas com o sindicato dos professores e não se falou uma vez a palavra aluno. Quer dizer: o aluno é um detalhe, está lá para atrapalhar. O que interessa é o corporativismo da máquina. Então, isso tem de ser respaldado pelas urnas. Infelizmente, o projeto que foi aprovado – se é que existia algum projeto – prega o contrário disso, desautoriza qualquer um que queira fazer uma cirurgia mais profunda. Mas, pela primeira vez, existe a perspectiva de um projeto liberalizante”.

 

Questionado sobre um provável Impeachment, um palavrão para ”empresários” como Marcelo Odebrecht, Flávio Rocha responde:

”Nós temos aí duas alternativas. Eu não acho que vai ser este o governo que fará o que tem de ser feito. O orçamento já é assumidamente deficitário e toda tentativa de cortes que é feita, a presidente bloqueia. Então, acho que existem dois cenários: um é o de uma agonia curta, com impeachment. O outro de agonia longa, cumprindo três anos e meio de mandato. Mas será uma agonia que não vai mudar nada. Há uma paralisia e qualquer um dos cenários – de aumento de impostos ou de diminuição do Estado – envolve retaguarda política, que não existe”.

Simples, objetivo e ousado para um ”empresário” brasileiro de grande porte, resumiu de maneira simples quando questionado se era a favor do Impeachment:

”Se as contas forem rejeitadas e não houver o impeachment, é melhor rasgar a Lei de Responsabilidade Fiscal. É a pior sinalização que pode haver. Aí é o caos. A sinalização que isso traz para todos os governadores e prefeitos é devastadora. É chutar o pau da barraca. Neste momento, uma agonia curta seria um trauma menor”(…)

O brasileiro está sofrendo na pele apenas os primeiros indícios do ”trauma maior” citado pelo próprio Flávio Rocha. De economistas à eleitores da Luciana Genro, de intelectuais à analfabetos, de Norte à Sul, de Leste à Oeste, todas as classes já percebem claramente que insistir num governo criminoso é um tiro de escopeta no pé, Dilma Rousseff não tem mais nada com o que se sustentar para continuar na presidência… Míseros 7% de aprovação, falta de controle na articulação política, desastre econômico e ainda por cima crimes que podem estar prestes a estourar. Como delatou Ricardo Pessoa, dono da UTC, que as campanhas de Lula em 2006 e Dilma em 2010 e 2014 receberam dinheiro de propina da Petrobras diretamente no ”Caixa 1”, além claro, dos evidentes e comprovados crimes fiscais(as pedaladas). Ou os brasileiros enterram este governo morto de Dilma Rousseff, ou o governo petista enterra o país.

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