Blog do Celino Neto

Quando a intolerância muçulmana se escancara no mundo do futebol

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Em busca de mais popularidade e receita, os clubes europeus vem a alguns anos investindo em ‘mercados alternativos’ para divulgar sua marca. Não é novidade alguma visitas de gigantes ingleses, espanhois, franceses e alemães por toda a Ásia, principalmente em amistosos de pré-temporada. Obviamente ‘explorar’ novos mercados não é fácil são culturas diferentes em que o clube bate na porta para mostrar sua marca… Mas até que ponto sua própria história pode ser ignorada apenas para fazer uma ação de marketing? O clube deve apagar referências que estiveram em sua trajetória para chegar até lá em busca de uma aceitação maior? Vamos a notícia do GloboEsporte/Blog Brasil Mundial FC:

De olho no mercado dos países árabes, o Real Madrid mudou até seu escudo para conquistar os fãs muçulmanos: desde 2012, o escudo do clube nas ações de marketing no Oriente Médio perdeu a cruz cristã que fica na coroa.

O BRASIL MUNDIAL FC constatou a transformação em uma loja da Adidas – principal patrocinadora do clube – em Doha, no Catar, neste domingo. A fachada do estabelecimento no luxuoso bairro Pearl é toda decorada com fotos dos jogadores do time merengue, como Bale, Cristiano Ronaldo e Marcelo. Na camisa, o escudo está correto. Porém, nas imagens de divulgação, o símbolo aparece nas paredes sem a cruz.

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Não notou a diferença? Veja a imagem abaixo:

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Mas a cruz não está presente do escudo por acaso, e sim por conta do rei Alfonso XIII, que concedeu ao clube em 1920 o título de Real. Assim incluindo a coroa para fazer parte e concretizar-se na identidade do clube. Em propagandas e ações de marketing em países de maioria muçulmana a cruz que faz referência ao catolicismo some por conta dos milhões de euros de patrocínio nos cofres do clube.

Mas o caso acima é de radicais que venceram à tradição do clube. Também existe o caso do Barcelona, que em seu escudo tem a cruz de Sant Jordi. Mas que sua camisa é modicada antes de ser vendida em países de maioria muçulmana. Sai a tradição e entra apenas uma listra sem sentido no escudo para não incomodar os ”tolerantes”.

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O clube catalão, diferente dos madrilenhos condena a pratica e considera falsificação de sua camisa.

Mas os exemplos não param por ai. Na Champions League 2007/08, o Fenerbahçe se incomodou na partida contra a Inter de Milão por conta de sua camisa comemorativa de centenário, que estampou em referência a Cruz de São Jorge, que também está presente na bandeira da cidade de Milão.

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Na época da partida, o advogado muçulmano Baris Kaska chegou à processar o time de Milão apenar por ”ousar” usar a camisa com a cruz vermelha contra o Fenerbahçe, da Turquia, país de maioria muçulmana(obviamente). Segundo o advogado, o uniforme fazia alusão às cruzadas, e simbolizava “a superioridade racista e opressora do ocidente sobre o Islã”. Liberdade para quê?

Esses casos, também no futebol, mostram que ao contrário do lideres importantíssimos como Angela Merkel e Barck Obama, sem pulso e servos do politicamente correto, tentam sempre afirmar que é uma ‘minoria radical’. Obviamente que não! Repito como já disse em outras publicações, não é uma maioria que está ligada à grupos extremistas, não é uma maioria que se tornam kamikazes, mas é uma maioria que, ou é omissa e não condenam atos contra a liberdade individual(cristãos, mulheres ou homossexuais), ou apoiam este tipo de atitude opressiva mesmo sem fazer parte. Como explico melhor e de maneira mais detalhada no post O mito da minoria radical Islâmica(clique para acessar).

Finalizo o post com imagens recentes, num amistoso da seleção turca diante de sua torcida, sempre lembrando que os turcos são considerados os mais ‘moderados’, as vaias e os gritos de ”Allahu Akbar”(Traduzindo ‘Deus é Maior’, frase adotada pelos grupos extremistas), no momento minuto de silêncio pelo atentado no final de 2015 em Paris.

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