Blog do Celino Neto

O MST continua cometendo seus atos de terrorismo sem nenhum tipo de punição

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 Vamos a mais uma estarrecedora notícia sobre o MST, esta organização terrorista que se autointitula de ‘movimento social’, mas que usa de violência e de meios anti-democráticos para conseguir seus objetivos criminosos. Vamos ao texto da jornalista Fabiula Wurmeister, em matéria do G1:

Um grupo de integrantes do Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu um viveiro e destruiu cerca de 1,2 milhão de mudas de pinos que estavam sendo preparadas para o plantio em uma área de reflorestamento da Araupel, em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná. De acordo com empresa, o ataque ocorreu na madrugada desta terça-feira (8) e causou um prejuízo de R$ 5 milhões. A Polícia Militar recebeu reforço e acompanha a movimentação.

Detalhe importante, “A Polícia Militar recebeu reforço e ACOMPANHA A MOVIMENTAÇÃO“, ou seja, ameaçada por uma imprensa covarde e políticos com ligações a estas organizações terroristas, a PM limitou a sua tarefa de proteger uma propriedade privada apenas ‘acompanhando’, nada de entrar em ação e cumprir a lei.

Desde julho de 2014, quando a fazenda de reflorestamento foi invadida por centenas de famílias, o clima é tenso na região e a titularidade da área vem sendo disputada na Justiça. “Em março, a empresa teve duas vitórias no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o que alterou os ânimos do MST”, avalia a empresa. “Há mais de um ano a Araupel tem a seu favor um mandado de reintegração de posse e aguarda o cumprimento por parte do governo do estado.” Neste período, a Araupel calcula perdas de mais de R$ 35 milhões com as invasões.

Além de interromper as atividades da empresa, o MST ainda causou um prejuízo de R$ 35 milhões de reais com suas criminosas invasões. Não existe lei no país? Onde esta os ministros do STF, que adoram e semeiam um status de deuses ‘pop-star’ e guardiões da justiça para condenar este tipo de organização terrorista? Simplesmente somem, preferem ficar, como o ministro Marco Aurélio Mello, defendendo um ex-presidente da república que está com um pé e meio dentro da cadeia.

Em nota, a assessoria de imprensa do MST informou que a ação foi realizada por cerca de cinco mil mulheres e faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Camponesas, que este ano tem como lema “Mulheres na luta em defesa da natureza e alimentação saudável, contra o agronegócio”.

Simplesmente patético, “Luta pela natureza e alimentação saudável”? Voltamos quantos anos antes de cristo para esta ‘luta’ ser resolvida com barbárie? Se o MST tivesse o mínimo de dignidade, tentaria defender suas ideias formando intelectualmente as tais camponesas, para que estas defendam suas ideias em palestras, mobilizações pacíficas ou até mesmo entrando para a política.

“As mulheres camponesas exigem a desapropriação da fazenda de cerca de 35 mil hectares para fins de Reforma Agrária. Elas também cobram que as cerca de 10 mil famílias acampadas no Paraná sejam assentadas”, explica a assessoria.

Quer protestar por conta das 10 mil famílias acampadas no Paraná? Simples, vai em frente a sede do governo e faz seu protesto, pacífico, lá e não destruindo empresas que geram empregos e cometendo atos terroristas.

A ação desta terça é uma continuidade de outra invasão, realizada no domingo (6), em Rio Bonito do Iguaçu, cidade vizinha a Quedas do Iguaçu. “A ocupação realizada pelo Movimento foi para evitar confronto com uma outra organização chamada Ligas Camponesas que estava ameaçando ocupar a área com interesse de retirar as madeiras do local”, justifica o MST.

“Justifica o MST”… Ou seja, o Brasil vive em uma anarquia, onde movimentos que se intitulam de ‘sociais’ quando na verdade são terroristas, disputam propriedades que não são de sua posse.

Protestos
Em novembro de 2015, trabalhadores da Araupel protestaram em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, em Curitiba. O grupo de cerca de 1,2 mil pessoas pedia providências e a retirada dos integrantes do MST acampados na fazenda. Os manifestantes levaram até a capital vários tratores, caminhões e maquinários que desde estão estavam na área ocupada.

No final de outubro, os funcionários bloquearam o acesso à indústria e à cidade de Quedas do Iguaçu por dois dias. O protesto pela solução das invasões ganhou o apoio do comércio, que fechou as portas por um dia. A população em geral teme uma onda de demissões caso a Araupel tenha de reduzir os trabalhos ou mesmo fechar as portas por não conseguir ter acesso às áreas de reflorestamento.

No dia 13 de outubro, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a União propuseram uma ação na Justiça Federal no Paraná contra a Araupel para que fosse anulada a titularidade das terras da região do Rio das Cobras e incorporados 10 mil hectares para o assentamento dos sem-terra.

Inicialmente a Justiça reconheceu a irregularidade e determinou que, se desejasse permanecer no local, a empresa teria de repassar uma área equivalente à União. Porém, decisões recentes reafirmaram a posse e propriedade da Araupel.

Empregos estão prestes a serem destruídos por conta de organizações terroristas, e o executivo ainda tenta negociar? Não se negocia com criminosos que além de prejudicar a economia local destroem um patrimônio privado, gerando um prejuízo de dezenas de milhões de reais. O Brasil sangra ao ter que conviver nas últimas décadas com uma organização terrorista como o MST, que usam armas brancas e armas de fogo sem qualquer ação contra. Se o dono das terras quiser defender sua propriedade será impedido, pois diferente do invasor terrorista, não tem meios de defender-se e ainda conta com uma PM pressionada para não reagir e governos estaduais e, principalmente federal, apoiando este tipo de barbárie.

Os verdadeiros trabalhadores reconstruindo o que foi destruído:

 

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