Blog do Celino Neto

Qual caminho Temer irá seguir?

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MichelTemer

Michel Temer não tem fanáticos e nem adoradores de bandidos entre aqueles que o defendem como sucessor legal após o Impeachment de Dilma Rousseff. Portanto o caminho para seu governo não começar a ruir após sequer assumir de maneira definitiva o executivo é simples: Seguir a legalidade!

Não importa a origem das escutas que flagraram o Romero Jucá, se elas foram feitas legal ou ilegalmente, se seu vazamento é moral ou imoral, não importa se não houve crime pelo que foi dito nas declarações ou se foram feitas meses antes de acontecer o Impeachment quando Romero Jucá era “apenas” Senador e não ministro do Planejamento. Simplesmente não importa, o fato é que, acima de tudo, são declarações contra a Operação Lava-Jato, e o recado das ruas(que colocaram Temer no poder pedindo o Impeachment da criminosa Dilma Rousseff), é claro, o apoio as investigações e a operação.

Afinal, repito o que disse no primeiro paragrafo, Temer não tem o “privilégio” de Lula, Dilma Rousseff ou políticos petistas, não tem organizações terroristas ao seu lado como o MST, MTST ou movimentos sindicais da extrema-esquerda, não tem uma imprensa doutrinada em universidades para lhe apoiar ou tentar relativizar os seus erros e acima de tudo, aqueles que deram o voto de confiança ao seu governo não estão no nível moral rasteiro daqueles que defendiam o regime petista. Portanto o afastamento de Romero Jucá era obrigação e condição fundamental para o prosseguimento do governo Temer.

No final da última semana já ocorreu a covarde ação de voltar atrás e recriar o Ministério da Cultura, uma cabide de emprego para artistas que, por não terem qualidade necessária para atrair público, vivem de shows para poucos e tentando viver uma vida de intelectuais que não são, recebendo verba estatal para defender suas posições políticas mortas no século passado.

Romero Jucá sempre foi um importante articulador político, sem dúvida, mas nas gravações se mostrou adversário da Lava-Jato. As ruas já mostraram o que acontece com governantes que tentam abrigar criminosos no governo para fugir da Lava-Jato ou que defendem ministros que tentam melar a operação.

Na primeira “crise” do governo Temer a solução foi a correta, Jucá pediu afastamento e deixou o ministério. Um sinal claro de diferença do governo Dilma Rousseff, que incentivava seus ministros a obstruir a justiça.

A mensagem das ruas está sendo clara, os treze anos de descaso e criminalidade política que o país viveu com uma organização criminosa travestida de partido político devem ficar para trás, se Temer contrariar o que pedem as ruas, também vai cair. Existem dois caminhos, o caminho da legalidade e o caminho do prosseguimento do regime petista, é melhor para o país que Michel Temer saiba o correto a seguir.

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