Blog do Celino Neto

Vítimas de crimes reduzidas à condição de bandeira política

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Foi alvo de grande indignação popular o caso de estupro no Rio de Janeiro de uma garota de 16 anos, não é por menos, em crimes bárbaros como este o fato é de se indignar, ainda mais quando os primeiros relatos eram que mais de 30 homens haviam estuprado a garota. A versão foi mudando e agora parece que foram bem menos que 30 criminosos, mas este não é o ponto que quero abordar neste post e sim a repercussão em certa parte que este crime causou.

Feministas de plantão usaram como bandeira para sustentar a tese absurda que no país temos uma “Cultura do Estupro”, sandice repetida principalmente nas redes sociais e que ganhou ar de protesto… Mas que tipo de protesto? Por punição mais severa contra estupradores? Por mais segurança pública? Para uma ação mais dura contra a criminalidade Feministaassustadora no Brasil? Não! Aproveitaram para protestar contra a fantasiosa “Cultura do Estupro” e também contra o governo “golpista” de Michel Temer, pedindo a volta de Dilma Rousseff. Ou seja, o foco do protesto nunca foi defender a vítima e sim se aproveitar para pôr a bandeira política no meio.

E até abordei o tema refutando uma publicação absurda do Mário Magalhães comparando Dilma a garota estuprada e os criminosos à Michel Temer e aqueles que defendiam o Impeachment. Algo totalmente baixo, absurdo, imoral, digno da extrema-esquerda brasileira e destes grupos que tentam representar alguma classe mas não passam de um bando.

Após este caso lamentável no Rio de Janeiro houveram algumas notícias, também revoltantes, mas que de maneira nada surpreendente, não revoltou as feministas da mesma maneira. Primeiro uma mulher que foi estuprada por invasores do MST, movimento de esquerda e aliado do PT, logo a notícia foi ignorada. Confira o trecho do G1:

Uma mulher, de 42 anos, foi estuprada em uma ocupação do Movimento Sem Terra (MST), na noite desta sexta-feira (4), no Bairro Castro Pires, em Teófilo Otoni (MG). Segundo a Polícia Miliar, dois homens abusaram sexualmente da vítima e estão foragidos.

De acordo com os militares, a vítima, que apresentava sinais de embriagues, relatou aos policiais que estava em um bar, quando um homem a convidou para ir em um dos barracos da ocupação do MST. A vítima disse ainda que, ao chegar no local, um outro homem estava esperando.A mulher foi encaminhada para um hospital da cidade, para realizar exames.

Nada de indignação… Total silêncio… São dois pesos duas medidas. Os estupros são crimes “comuns” em invasões de terras, mais uma barbárie para entrar na coleção destes grupos terroristas. Uma notícia de 2013 é ainda mais chocante. Veja o trecho da Folha Baiana:

Equipe da Polícia Civil de Guaratinga, sob o comando do Bel. Sinézio Vieira Júnior, Delegado de Polícia Titular, seguindo orientação de seu Coordenador Elvio Brandão de Oliveira prendeu na manhã desta sexta-feira os irmãos Rosenildo Silva dos Santos, 22 anos de idade, Ivanildo Silva dos Santos, 20 anos de idade e de Gerson Bonfim, 23 anos de idade, dando cumprimento a mandado de prisão expedido pelo diligente Juiz da Comarca Dr. Rodrigo Quadros de Carvalho.

Os detidos são acusados de “estupro de vulnerável” de uma adolescente de 16 anos de idade, com problemas mentais, matriculada na APAE da cidade de Guaratinga, a qual estaria grávida, fato ocorrido no assentamento do MST denominado Guaiata, na cidade de Guaratinga.

De acordo com as informações apuradas através do pai da vitima, Eviton de Jesus, que os três jovens sempre visitava a casa da família, mas não desconfiava da má intenção e que ficou sabendo somente a pouco tempo que a sua filha teria sido abusada pelos rapazes.

Eviton ainda disse que os jovens aproveitavam os momentos em que ele e sua esposa saiam para o trabalho e entravam na casa onde a garota ficava em companhia da avó de 80 anos de idade. Para praticar o crime, os rapazes se revezavam conversando e ludibriando a idosa para que os outros pudessem abusar da menor.

Nos últimos dias a adolescente não frequentou a Escola, pois não vinha se sentindo muito bem devido aos sintomas da gravidez, que já chega ao terceiro mês de gestação.

Membros do MST estupraram uma deficiente mental e a engravidaram. Notícia de 2013 e que não gerou na época qualquer comoção por parte de feministas ou tweet de Dilma Rousseff.

Um caso recente ignorado aconteceu no Piauí, confira o trecho da notícia do G1:

Uma garota de 14 anos foi vítima de um estupro coletivo na cidade de Pajeú do Piauí, distante 460 km de Teresina, no Sul do estado. De acordo com a polícia, quatro pessoas são suspeitas de participação no crime, entre elas, três adolescentes. O crime ocorreu na noite dessa terça-feira (7) em um ginásio poliesportivo e, segundo a polícia, a menina foi encontrada desacordada pela madastra em um dos banheiros do local, que ainda chegou a flagrar o ato criminoso.

De acordo com o delegado Willame Morais, gerente de policiamento do interior, a menina relatou que conhecia um dos suspeitos e já teria tido um relacionamento com ele. Ainda conforme o delegado, um dos rapazes ofereceu coca-cola à garota e ela disse não lembrar do que aconteceu após tomar o refrigerante. Em depoimento à polícia, os suspeitos falaram que ofereceram bebida alcoólica e que o ato sexual teria sido consentido.
“Nós temos aí uma garota de 14 anos, possivelmente sob efeito de bebida alcoólica ou outra substância, fatos que por si só já caracterizam o estupro”, falou o delegado.

Quatro criminosos envolvidos, um maior de idade e outros três menores, na “régua social” da extrema-esquerda brasileira estes casos não contam? Pela repercussão entre eles parece não contar. Pois preferem esconder o fato de que a maioria dos brasileiros quer a redução da maioridade penal e que o país necessita disto. Mas preferem esconder, pois é um assunto em que sabem que estão em minoria absoluta, assim sua indignação apenas está presente no caso em que a estuprada pode virar bandeira política. Caso o crime entre em conflito com alguma de suas outras bandeiras, a questão é ignorada. Para a extrema-esquerda uma mulher traumatizada após sofrer nas mãos de criminosos, não passa de uma bandeira política pouco importa o crime, ou o criminoso.

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