Blog do Celino Neto

2016, o ano de Donald John Trump

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2016, sem dúvidas, foi um ano que se destacou na história, particularmente no mundo político um ano de derrotas para a grande imprensa e o establishment, nada mais justo que ver em todos os meios de comunicação afirmações de como este ano que está próximo do fim foi “horroroso” e claro, várias pessoas seguindo a onda, por uma questão muito simples, foi um ano em que mais uma vez grande parte dos jornalistas por todo o mundo foram vexatoriamente humilhados por sua inércia cognitiva, e simplesmente atropelados por diversos “independes”, que mesmo sem um aparato gigantesco para seu trabalho, foram fundamentais para quem queria entender realmente o ano de 2016 e não permanecer num ciclo vicioso da idiotice causada por estes jornalistas.

Obviamente que 2016 não fugiu da responsabilidade quando se trata de Brasil, Dilma Vana Rousseff foi enxotada do poder graças à força das ruas, além de um verdadeiro expurgo do Partido dos Trabalhadores nas eleições municipais. E o ponto mais importante: A operação Lava-Jato, que chegou ao fim deste ano ainda mais forte com a delação da Odebrecht, o que mostra que ela não acabou apesar do impeachment como muitos afirmavam. Aliás, o Brasil já respira mais aliviado, comparando o fim deste ano de 2016 com o fim de 2015 percebemos uma melhora, ou pelo menos, um freio na queda econômica. Com a esperança de que Michel Temer tente fazer um conjunto de reformas, mesmo que não gigantesca como muitos querem, necessária para o país continuar à sobreviver após os traumáticos anos do PT.

2016 também proporcionou o Brexit, uma grande derrota da imprensa; a derrota do “acordo de paz” com as FARC na Colômbia, outra vergonha da imprensa; o Impeachment de Dilma muito desacreditado no inicio do ano, e mais uma para a lista de derrotas e claro, o grande baque, a demolição da “grande imprensa” proporcionada por Donald John Trump, não apenas da imprensa americana mas mundial(pois muitos apenas repetem o que leem no New York Times, Whasington Post ou o que assistem na CNN, o que é o caso de praticamente toda nossa imprensa, representada de maneira fiel pela bizarra Globo News e seus péssimos jornalistas que se limitam a serem um Ctrl C, Ctrl V dos “principais” veículos de imrepnsa americana).

Trump venceu:

  • O establishment e seus ataques por ele não ser um “político”;
  • A imprensa e seus ataques desenfreados, fazendo uma clara campanha de difamação não apenas criticando/combatendo suas propostas(aliás foram poucos que tentaram refutar seu discurso), mas fazendo apenas ataques pessoais e de como era absurdo ele ser candidato(sem explicar a razão), dentre aqueles que tentava destruir a imagem de Trump estavam praticamente 100% dos meios de comunicação citados pela imprensa brasileira quando se fala de Estados Unidos(entre eles New York Times, Los Angeles Times, Chicago Sun Times, Rolling Stone, New York Daily News, CNN, CBS e a MSNBC);
  • A grande maioria do próprio Partido Republicano, que nunca consideraram ele uma figura que representasse o GOP, muitos afirmando que não votariam no Trump mesmo após as primárias;
  • classe artística(músicos, atores, atrizes…), em praticamente todos os lugares do mundo um verdadeiro enxame de pessoas de extrema-esquerda, o que não é nenhuma novidade baterem de frente com um candidato republicano, afinal sempre taxam os concorrentes dos democratas como “nazistas”, “xenofóbicos”, “racistas”, “machistas” e afins.
  • E por fim a fraca e corrupta Hillary Clinton, que dentre todos estes, foi a adversária mais fácil. Muito devido ao enorme acervo que se tem disponível para ataca-la. A artilharia é gigantesca, pode-se falar da obscura Clinton Foundation e seus negócios mundo afora, pelo terrível acontecimento em Benghazi, não esquecendo o gravíssimo conteúdo vazado de seus e-mais de campanha(mostrando fraudes no partido, tentativa de influência em sua condução e até compra de apoio), além de sua atitude estúpida ao instalar um servidor de e-mail no banheiro de sua casa(quando ainda era secretária de estado), deixando material altamente sigiloso do país mais importante do mundo à mercê de hackers.

Entre dois candidatos com um baixo nível de aceitação, Donald Trump acabou sendo a melhor opção. Surpreendendo os incompetentes analistas políticos e as pesquisas de opinião, também derrotadas ao longo deste ano que se passou. Estes que mais torciam pela Hillary do que faziam algum tipo de analise.

Se Trump se conter apenas em desfazer as bobagens de Obama na política externa já será um bom governo. Pois o grande presidente “super star”, sim o valentão deste fim de dezembro, que simplesmente passou oito anos passando vergonha pelo mundo e em seu fim de mandato tentou emplacar a narrativa de que “Trump venceu as eleições graças à Putin”, claro que sem apresentar qualquer tipo de prova e apenas fazendo teatro ao “expulsar”(o que na verdade só serviu para antecipar às férias) 35 agentes de inteligência, eles voltarão ainda em Janeiro.

Enfim, apenas os próximos quatro anos dirão se Donald Trump será a figura que não só os Estados Unidos como o Ocidente precisa para se recuperar do desastre que foi Obama. Mas de maneira inegável, o presidente eleito contra tudo e contra todos é o grande nome de 2016.

Após este fantástico 2016. Desejo a todos um 2017 ainda melhor!

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