Blog do Celino Neto

Mais um dia de terror proporcionado pela “religião da paz”

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Que sorte tem o mundo deste senhor acima estar apenas algumas semanas de deixar a Casa Branca e voltar a ser apenas uma “figura pop”. Chega de “presidente americano engraçadinho” ou “presidente que é gente como a gente”! 2016 foi um ano animador para a política internacional e um dos motivos dele é saber que o “presidente lacrador” não conseguiu fazer uma sucessora, sorte do mundo que deixará de presenciar discursos patéticos e de realidade imaginária, ilusória e elaborados mais como um “textão de Facebook” que um discurso presidenciável. Não só discursos preocupados exclusivamente em viralizar, como principalmente nos livramos da maior potência do planeta governada por decretos e com uma política externa desastrosa.

Falando de mais um capítulo desta política externa desastrosa, nesta segunda-feira a “religião que ensina a paz”, segundo palavras do Barack Hussein Obama, aprontou mais uma vez. A intenção já pareceu clara no final de 2015 ao tentarem matar o presidente francês(que estava no Stade de France, alvo inicial dos atentados), e agora ao assassinar o embaixador russo na Turquia. Não é um assassinato qualquer, são dois países que vivem um momento instável, com relações extremamente complicadas, com os turcos abatendo um avião militar russo, posteriormente a Rússia impondo sanções à Turquia, e quando finalmente parecia surgir algo próximo da “paz”, o embaixador Russo é assassinado. Será o novo Franz Ferdinand em meio à uma convulsão geopolítica? Só o tempo dirá, particularmente acho que AINDA não.

A imprensa brasileira seguindo direitinho a cartilha demorou, como já é de costume, para afirmar que foi mais um atentado islâmico. Não basta o sujeito gritar “Allahu Akbar, Allahu Akbar, Allahu Akbar”, não ele ainda é um “suposto atirador”, “suposto terrorista”, “usou suposta arma”, enfim. Veja o momento em que o embaixador, Andrei Karlov, é morto:

Mas não para por aí, a “religião que ensina a paz”(segundo Obama) aprontou mais nesta triste segunda-feira. Um caminhão invadiu uma feira de Natal em Berlim e deixou(até o momento) 9 mortos e 50 feridos. Sim, na Alemanha da amável Angela Merkel, que está sempre de braços abertos para refugiados islâmicos. Infelizmente a imprensa mundial vai culpar, assim como no atentado em Nice, o caminhão. É de se lamentar, confira imagens:

 

Não para por aí! Também teve tiroteio no centro de Zurique, onde três pessoas ficaram feridas. Todos sincronizados, como manda à cartilha do terror:

Em Bruxelas, a polícia fechou parte da cidade para fazer uma grande operação. Nada foi divulgado.

E como também já é de costume, eles já haviam avisado dos ataques em julho:

O resultado deste terror islâmico já presenciamos neste ano de 2016, com diversas respostas ao terrorismo e aqueles que tentam camufla-lo. Como continuar a acreditar que o Islã é a religião que ensina a paz como afirma o Obama ou que Donald Trump não passa de um perverso xenófobo como afirmou a mídia após um dia como o de hoje? Atentados terroristas que tanto se repetiram nos últimos meses e que inevitavelmente levou as pessoas ao medo. Medo este provocado no ocidente pelo Islã e seu fanatismo, mas que não pode ser dito, afinal “não podemos generalizar” segundo a pouco confiável grande imprensa e pseudo-analistas geopolíticos da Globo News. Tem como condenar se no próximo ano os franceses elegerem Marine Le Pen? Ou que Angela Merkel cada vez mais se enfraqueça? Ou a preferência do Reino Unido em não se submeter as pautas globalistas da União Europeia? Obviamente que não. “Crescente intolerância”? Obviamente que sim, principalmente se sua “visita” quer te matar. Como explico neste >post< não é uma minoria radical que segue o Islã e sim uma maioria, logo o medo é altamente justificável.

É obvio que as pessoas vão procurar novas alternativas aos políticos que estão no poder se estes estão submetidos à uma agenda politicamente correta que os prende ao erro. Felizmente as alternativas, até o momento, são republicanas, uma confiança no anti-establishment, já que aquele que está no poder prefere se esconder. Como, infelizmente, já virou costume comentar antenados na Europa, novamente cito uma frase de Luiz Felipe Pondé que acho preponderante no atual cenário político: “Acabou o parque temático do humanismo europeu”, e acrescento: aqueles que ainda não perceberam isso serão dizimados pelas urnas.

Abaixo: Monsieur 4% de aprovação, o “presidente pop queridinho do Facebook” que não conseguiu emplacar sua sucessora e a antiga unanimidade europeia que tenta se segurar caindo ladeira abaixo.

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