Blog do Celino Neto

“Banheiro trans” em escolas públicas de São Paulo e o mito do “PSDB de direita”

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Partido da Social Democracia Brasileira, ou PSDB, se você preferir, é o partido de Geraldo Alckmin, governador do estado de São Paulo, mas isso você já deve saber muito bem… O que provavelmente desconhece, e que foi escondido por parte da “grande imprensa” é que sua filha, caro leitor paulista, dividirá o banheiro com meninos, isso mesmo. Mas não se preocupe caro gaúcho, cearense, alagoano, amazonense, brasiliense, baiano, goiano, carioca, capixaba, potiguar, enfim, seja lá onde você more este tipo de ação esdruxula provavelmente será copiada por todo o país, assim como já é debatida em países como os Estados Unidos.

“John F. Kennedy levou o homem à Lua, Barack Obama levou o homem ao banheiro feminino” 

Tradução: Deixando seu legado / Kennedy: Um pequeno passo para o homem / Obama: Um grande salto para a humanidade

Tradução: \Deixando seu legado/ Kennedy: Um pequeno passo para o homem / Obama: Um grande salto para a humanidade

Essa a frase que se popularizou entre os republicanos nos Estados Unidos e abriu os olhos de muitos americanos não politizados, no Brasil, infelizmente, uma medida como esta do governo de São Paulo não tem qualquer resistência.

Veja o que foi publicado no site oficial da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo:

Banheiros das escolas da rede devem ser usados de acordo com identidade de gênero

Nas escolas estaduais de São Paulo, todos os alunos devem usar o banheiro de acordo com o gênero que se reconhecem. As escolas devem seguir a lei estadual nº 10.948, que versa sobre discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero. Direito garantido aos alunos paulistas, já chega a 365 o número de estudantes que usam o nome social.

A Escola Estadual Rodrigues Alves, no centro de São Paulo, é a que concentra o maior número de matrículas. São 21 estudantes que optaram pela mudança de acordo com a sua identidade de gênero. Na unidade de ensino, todos e todas usam o banheiro de acordo com o gênero que se reconhece. De acordo com o diretor da escola, professor Donizete Hernandes Leme, o respeito aos alunos travestis e transexuais é tema constante de discussões na escola, assim como o respeito às diferenças.

“Estamos sempre atentos a esta questão. Não posso dizer que foi um trabalho fácil no começo, o convencimento de que o banheiro deve ser utilizado de acordo com a sua identidade, mas tentamos trazer este assunto sempre para reflexão no ambiente escolar. Cada vez mais percebemos que os alunos estão mais confortáveis e respeitosos”, reconhece.

Assim como na escola Rodrigues Alves, todas as unidades de ensino da rede estadual devem seguir as recomendações da Secretaria da Educação para o uso do banheiro e respeito ao tratamento por identidade de gênero.

Por isso, a Pasta organizou uma série de documentos orientadores e videoconferências sobre o assunto, que estão disponíveis para as diretorias regionais de ensino e escolas estaduais.

Diante deste absurdo faço uma primeira constatação. Logo no inicio do texto publicado pela secretaria em que afirmam “já chega a 365 o número de estudantes que usam o nome social.“, ok, são 365 o número de estudantes no Estado de São Paulo que usam o “nome social” de acordo com sua “identidade de gênero”, ou seja, um garoto que se acha menina ou uma garota que se acha menino (traduzindo para você que não está habituado com esses termos frequentes na extrema-esquerda). Neste trecho do texto percebemos muito claramente que é uma ditadura da minoria sobre a maioria, pois são quase quatro milhões de alunos nas redes públicas do estado de São Paulo, entre estes 365 adotam um nome e se dizem diferentes de seu gênero real, logo todos os outros deverão seguir algo estabelecido por conta de um número ínfimo se colocado de igual para igual? É lamentável.

Nota: Estamos falando de Creche, Pré-Escola, Ensino Fundamental e Ensino Médio, logo são crianças e adolescentes e não adultos com consciência intelectual e poder de escolha com aparato cognitivo infinitamente superior de um garoto(a) de 10, 11 ou até 15 anos de idade, que se limitam a seguir modas e são facilmente doutrinadas em nossas queridas escolas.

Tradução: Intolerante!

Lembrando que a esmagadora maioria dos colégios públicos, alunos e professores dividem os mesmos banheiros, assim como país, funcionários em geral e até mesmo visitantes. Logo este tipo de lei não é apenas completamente estúpida e seguidora de uma cartilha de extrema-esquerda que é lunática, mas também mal-intencionada, pois colocará garotas de 10, 11 ou 12 anos ao lado de marmanjos que podem se declarar “trans”.

Lembrando que é essa mesma militância que fala em “cultura do estupro”, é essa mesma gente que generaliza o termo de estuprador para qualquer um que discorde de sua opinião, os mesmos que afirmam que todo homem é um estuprador em potencial e rouba para sua agenda uma pauta séria como o estupro, ao mesmo tempo em que facilitam o trabalho de um estuprador.

Lembrando que hoje, um pedófilo condenado pode se tornar professor. Repito caso não tenha entendido: UM PEDÓFILO CONDENADO NO BRASIL, PODE SE TORNAR PROFESSOR. No caso do estado de São Paulo existe um Projeto de Lei (795/2016) em tramitação do deputado estadual Gil Lancaster, do DEM, que impede pedófilos de prestar concursos na área da saúde e da educação, porém ainda não foi aprovado, logo sua filha estar tendo aula com um pedófilo, e caso estude em São Paulo, ainda poderá frequentar o mesmo banheiro que ele.

Um cidadão honesto, que não defende criminosos e nem chama-os de “guerreiros do povo brasileiro”, não pode achar que o PSDB é um partido de direita, conservador ou algo do tipo. É assustador a hipótese que nos dias de hoje este tipo de pensamento prevaleça sobre não militantes. O PSDB sequer fez uma oposição decente, inclusive se vendendo (Odebrecht que o diga), ao Partido dos Trabalhadores! Se essa gente não pode sequer ser chamada de anti-petista, como podemos considera-las de direita ou conservadoras? Características estas que vão muito além do anti-petismo.

É deprimente que um partido social-democrata, logo de centro-esquerda, como o PSDB, compactue com extremismos e esteja caminhando cada vez mais longe do centro. Uma ação de Geraldo Alckmin para nenhum psolista botar defeito.

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3 comentários sobre ““Banheiro trans” em escolas públicas de São Paulo e o mito do “PSDB de direita”

  1. Erson Leal Ramos

    Tipo de legislação idiota. Se quer usar banheiro feminino que prove que não tenha “pinto”. Se tem pinto é HOMEM não importa que se auto denomine “Baby”. Se tiver macho entrando em banheiro que minha mulher, filhas ou netas estejam usando tiro na porrada… civilizadamente é claro.

    1. Celino Neto Autor da Postagem

      Estou de acordo contigo Erson, legislação não só idiota como danosa para a sociedade. Principalmente para as mulheres e crianças, estupradores e pedófilos em festa, sem dúvidas. Abraço e agradeço pelo comentário!

  2. Graça Lopes

    Um verdadeiro absurdo! Será que o povo de São Paulo não vai fazer nada a respeito? São Paulo vai se tornar a primeira cidade do país a se “sodomizar”? Onde está a maioria da população que não aceita essa aberração? Onde está a nossa democracia?

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