Blog do Celino Neto

Bienvenue terrorisme! Triunfo de Macron leva a França ao naufrágio aos braços islâmicos

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A França de Vichy durou entre 1940-1944, e foi marcante para a história francesa. Um período em que os nazistas tomaram o controle de toda a parte norte e ocidental do país e usaram um governo fantoche para controlar o sul. Aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial, após os franceses se renderem covardemente à Alemanha Nazista como consequência de meses de uma guerra forjada.

As exigências de Hitler para que a França não fosse completamente tomada e houvesse um “governo francês” sediado na cidade de Vichy, foram:

  1. Todos os judeus residentes na França seriam entregues à Alemanha Nazista
  2. O exército francês seria reduzido a míseros 100 000 homens e os prisioneiros de guerra permaneceriam em cativeiro. Ou seja, chance zero de qualquer “rebelião francesa”.
  3. Além dos franceses, já humilhados, terem de pagar os custos de toda ocupação das tropas alemãs
  4. Por fim, evitar que os franceses deixassem o país.

Reconhecendo a farsa que era a tal “França de Vichy”, que não passava de um fantoche alemão, o Reino Unido, de Churchill, cortou as relações diplomáticas com a subserviente e até covarde França de Vichy, que preferiu se render, enquanto ingleses sofriam na pele com os bombardeios.

Não gosto de comparar o período histórico nazista quando se trata da atual geopolítica, pois a comparação sempre será exagerada por conta de seu justificável peso, entretanto ressalto a rendição francesa e o conformismo diante de diversas situações em sua história. No caso da França de Vichy, gerou o que foi chamado pelo historiador francês Henry Rousso de: Síndrome de Vichy, retratado como um “passado que não passa” pelo trauma francês pós-Segunda Guerra de ter colaborado com os Nazistas.

Naquele momento da grande ameaça nazista, parecia mais fácil ao francês “deixar passar”. Assim como neste momento conturbadíssimo em que o islamismo toma conta e destrói a identidade do país com o devido apoio da União Europeia e suas perigosíssimas pautas globalistas. Atentados se tornaram algo comum, o francês foge do dever e elege mais do mesmo, um François Hollande “perfumado”. Ou como disse o Theodore Dalrymple um “Obama francês”. Não é a toa que, apesar de pouco destacado, Macron fez parte do desastroso governo de Hollande, mas que a imprensa rapidamente o adotou como “centrista”, contra uma malvada bruxa da “extrema-direita”, que é Marine Le Pen.

Le Pen foi a candidata taxada de “extrema-direita”, como você de ter visto na Rede Globo, SBT, Record ou qualquer um dos lixos televisivos, ou mesmo em revistas de “direita” como Veja e Época. Quando na verdade entre suas pautas está:

  • Impedir privatizações
  • Aumento de impostos
  • Criação de cotas
  • Aumento de gastos públicos
  • Apoio ao Aborto
  • Apoio à grupos LGBT

Bem de “extrema-direita” hein!?

O que você deve estar pensando agora é, então por qual motivo direitistas em grande parte do mundo a apoiaram em sua campanha, mesmo ela sendo uma política bem mais estatista que o Macron, quando se trata exclusivamente da economia. Te respondo com toda tranquilidade, a resposta é simples: “O inimigo do meu inimigo pode ser meu aliado”. E diante do terror islâmico, do grande leviatã que é a União Europeia e suas pautas globalistas, uma total deterioração da identidade francesa acontece nos últimos anos, obvio que um defensor dessas ideias como é Emmanuel Macron, mero fantoche até para seus próprios eleitores, que não viam em sua imagem alguém confiável ou mesmo firme, apenas uma alternativa contra a “bruxa extremista”. O resultado foi fruto direto da campanha de difamação que sofreu Marine Le Pen, sempre foi rotulada e demonizada por toda imprensa global(obviamente, existe raras exceções). Como descreve Filipe Martins:

Os americanos e os ingleses não caíram na ladainha da imprensa. Os Estados Unidos não acabaram após a eleição de Trump e a economia bate recordes, mesmo o presidente americano já tendo cumprido boa parte de suas promessas; O Reino Unido também não evaporou do mapa global ou entrou em “grande depressão econômica” por conta do Brexit. Pior para os franceses, que em sua maioria caíram no discurso da imprensa, fervorosa apoiadora da União Europeia e do Globalismo, seja nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França ou mesmo no Brasil.

Os valores franceses são totalmente conflitantes em comparação aos valores islâmicos, mas como todo o establishment prega fervorosamente o politicamente correto, vemos claramente este tipo de hipocrisia no vídeo abaixo, feito por um programa de humor mas que demonstra uma triste realidade:

Ficar contra imigração em massa, e como consequência uma dominação islâmica em seu país tem resultado previsível: Será massacrado com rótulos como “xenófobo”. E este não é um risco que todos tem coragem de correr na ditadura do politicamente correto estabelecida no ocidente.

Notou que nos últimos dez parágrafos citei o nome de Emmanuel Macron de maneira secundária? Vamos a ele então… O candidato vencedor e que se assumia socialista até a campanha, quando adotou a frase conhecida de candidatos de terceira via de que “não sou nem de esquerda nem de direita”, venceu com 65,1% dos votos, contra 34,9% de Marine Le Pen.

O novo presidente francês é a nova cara de uma esquerda que tenta se reciclar, fazendo campanha de marketing gigantesca, taxando o adversário de extremista, e sempre com ajuda da imprensa, no caso para migrar de sua posição socialista para “centrista” do dia para noite. Mesmo assim não é a toa que falei pouco dele até aqui, segundo seu próprio eleitorado ele não consegue passar confiança em suas ações. Realmente o jovem político de 36 anos mais parece um fantoche da União Europeia, com declarações que não passam de um Ctrl C Ctrl V de diversos políticos alinhados ao establishment, como o prefeito muçulmano de Londres que afirmou que aqueles que vivem em grandes cidades precisam se acostumar com ataques terroristas. Aliás, Macron afirmou o mesmo que Sadiq Khan, pior para os franceses.

Após sucessivas derrotas como a vitória de Donald Trump; Brexit e crescimento de nomes como a própria Marine Le Pen, que conquistou o maior número de votos da história de seu partido, além de diversos movimentos eurocéticos (anti-União Europeia) ganhando importância. A vitória de Macron é um alívio para Angela Merkel, principal interessada no leviatã europeu, que seria implodido numa vitória de Le Pen.

“A França será governada por uma mulher, será eu ou Argela Merkel”, Marine Le Pen

Outros vitoriosos, diria que os maiores, são os islâmicos, mesmo a grande mesquita de Paris não escondeu sua posição política e pediu votos abertamente para Macron, que aproveitaram da apatia francesa e sua rendição à ditadura do politicamente correto, pois como Marine Le Pen afirmou: Os franceses votaram pela continuidade, pelo projeto de poder europeu e não francês. E foi exatamente isso que aconteceu, a continuidade de medidas frouxas diante da migração em massa e do radicalismo islâmico, além da continuidade de violação da soberania nacional francesa, que prosseguindo no “conforto momentâneo” da União Europeia, terá seus interesses postos de lado.

Outro fator apavorante foram as várias denúncias de franceses que receberam apenas cédulas de votação com o nome de Macron, e sem a opção de Le Pen. Espero que não se repita na França a inércia que aconteceu no Brasil sobre possível fraude eleitoral nas eleições de 2014, onde o próprio Aécio (o corrupto que recebeu dinheiro de propina do esquema petista) deixou passar urnas que são facilmente fraudadas. Confira o vídeo:

Finalizo este post afirmando que em questões econômicas para um país tão estatista como a França, Macron oferece um “plano de governo” de razoável qualidade, e muito superior aquele que era apresentado por Marine Le Pen. Porém existe um problema muito maior que a economia, existirá a França? Não questiono como país ou território e sim os valores, a soberania e a cultura francesa. Cultura prezada por nomes como Frédéric Bastiat que disse:

“Não esperar senão duas coisas do Estado: Liberdade e Segurança, e ter bem claro que não se poderia pedir mais uma terceira coisa, sob o risco de perder as outras duas.”

Macron oferecerá a segurança e a liberdade ao abrir as portas e não bater em confronto com uma religião de viés totalitário como o islã? Infelizmente creio que não.

E os valores de liberdade franceses quando estas medidas econômicas surtirem efeito a longo prazo, terão alguma serventia num país completamente desfigurado? Este é o grande debate a se fazer pós-eleição. Se você recorrer ao imediatismo, obviamente Macron se torna mais “atrativo” para se votar, mas de nada adianta uma reforma econômica modesta em um país com viés estatista se você perde seus valores, princípios, sua segurança e identidade nacional. Quando um próximo “caso isolado” de um membro da “religião da paz”, gritar Allahu Akbar e levar a vida de dezenas de franceses, de nada adianta levantar hashtags no Twitter e mudar foto no Facebook, e sim lamentar a escolha do imediatismo atrativo por parte dos franceses. A chance de reação passou!

E não, a França não está num Romance de Michel Houellebecq, afinal em Submissão os islâmicos precisaram criar um partido, na realidade francesa, nem isso. Bienvenue terrorisme!

 

 

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