Blog do Celino Neto

A beatificação de um criminoso e a relativização dos crimes pela esquerda

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O Vaticano está próximo de receber um pedido da imprensa, “intelectuais” e todos os outros grandes “tentáculos” da extrema-esquerda brasileira para a beatificação de um criminoso. Não importa se ele ainda está vivo, é adolescente e também um marginal. Se seguirmos a cartilha do politicamente incorreto, ele já é um santo.

É improvável que você ainda não tenha se deparado com o ocorrido, mas caso não esteja por dentro do assunto, confira o trecho da reportagem do R7:

Maycon Carvalo, Ronildo Moreira e Ademilson de Oliveira são todos moradores de uma pensão localizada no centro de São Bernardo, na região metropolitana de São Paulo. Segundo o tatuador e o próprio jovem, R.R. teria entrado no imóvel para roubar a bicicleta do deficiente para a compra de drogas.

Flagrado pelo tatuador e o pedreiro, R.R. foi rendido e obrigado a pedir para ser tatuado na testa. O vídeo divulgado nas redes sociais mostra o rapaz acuado, sentado em um corredor da pensão, enquanto os agressores se divertem com a situação: “vai doer… vai doer!”, comenta o tatuador.

Após a divulgação do vídeo nas redes sociais, a família procurou o 3º DP de São Bernardo que localizou os agressores e os prenderam em flagrante.

Ato repugnante do tatuador e do pedreiro, cometeram um crime e devem responder por isto, entretanto, apenas estes ganham as manchetes da pouco confiável imprensa brasileira. São os monstros contra um pobre indefeso e coitado criminoso que tentou roubar a bicicleta de um deficiente físico. Coitado, são tantos viciados Brasil a fora, que espancam, esfaqueiam ou até matam pessoas para roubar seus bens materiais, mas temos que entender, afinal são viciados, coitados, deveriam ganhar alguma bolsa governamental como fez o patético e desastroso Fernando Haddad e não tratados com tamanha violência.

Enfim. A moral do cidadão brasileiro foi golpeada nas últimas décadas, e principalmente nos últimos dez anos, com o país virando uma verdadeira anarquia. Um assassinato a cada 9 minutos. 59 mil assassinatos apenas em 2015. Índice altíssimo de violência que atinge, não aqueles que estão no conforto de Brasília com dezenas de seguranças e ainda reprovam qualquer tentativa de diminuir a maioridade penal ou respeitar o referendo de 2005. Os principais alvos são justamente pessoas que moram em bairros mais humildes ou de classe média, e estes precisam sofrer em silêncio caso não queiram ser condenados pelo politicamente correto.

Diante de tal genocídio brasileiro, como o senso de moral dos indivíduos não pode ser afetado? Como aquele que trabalha todos os dias em um dos países mais violentos e inseguros do mundo preserva totalmente seu senso de justiça, dignidade e moral? Ainda por cima sendo bombardeado por grupinhos de classe alta, programas de TV, “intelectuais”, entre outros que se intitulam defensores dos “Direitos Humanos” chamando um pedreiro, motorista ou pequeno empresário de “fascista” simplesmente por querer portar uma arma para proteger sua família de criminosos.

É esta turma que gosta de defender bandido, e que ao mesmo tempo em que condena a ação criminosa do tatuador e do pedreiro, defende bandidos bárbaros. Entre tantos, o famoso caso “Champinha” em que sequestraram o casal, estupraram a garota em grupo de maneira ininterrupta, mataram o seu namorado com um tiro na nuca, a esfaqueou e tentou degolá-la. Não satisfeito, golpeou a cabeça com o lado sem fio do fação e depois à esquartejou. A diferença da tatuagem na cabeça do bandido e de sequestrar, matar, estuprar, tentar degolar, esmagar a cabeça e esquartejar? Simples, de um lado temos uma história que não colabora em nada a narrativa política da esquerda, do outro temos uma que eles vêem de forma positiva, pois podem usar para seus fins políticos. Algo de uma indecência sem limites.

Como repetidamente insisto neste blog, a crise brasileira está longe de ser exclusivamente econômica. Também é uma crise das Instituições, e consequentemente da democracia em nosso país, e também da imprensa e todos aqueles que tem a tarefa de relatar os fatos. Mas da parte dos brasileiros, vivemos uma enorme crise intelectual, moral e de valores. Voltando ao caso do criminoso marcado na testa, o modo em que foi noticiado é de uma subversão de valores dignas de uma obra distópica. Como se bandidos e marginais que sofrerem algum crime fossem dignos de privilégios estatais ou até de uma beatificação, não duvido que publiquem no Catraca Livre ou Buzzfeed pedindo algo do gênero tamanho os absurdos que presenciamos a cada dia.

Vamos a manchete do PSOL News, também conhecido como Catraca Livre:

Criminoso, marginal, bandido ou assaltante se torna jovem torturado. Enfim, como já disse, a extrema-esquerda brasileira é tão amoral que eles ignoram qualquer índice de violência, número de mortes ou a sua segurança, eles não se importam. É com essa gente em que uma tatuagem forçada(algo abominável) vira tortura e um caso absurdamente perverso e criminoso como o de “Champinha” é relativizado e se transforma o bandido em “vítima da sociedade”.

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